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Após empate, Marcos ironiza possível crise no Palmeiras

Goleiro diz que equipe vai decidir primeira colocação da fase de classificação do Paulistão em casa

AE, Agencia Estado

31 de março de 2009 | 23h00

SÃO PAULO - Depois dos 16 jogos sem derrota no Campeonato Paulista, um repórter perguntou a Marcos qual a sensação de ver o time passar duas partidas consecutivas sem vitória - perdeu para o São Paulo e empatou nesta terça-feira com o Oeste, por 1 a 1, em Itápolis. Simples como sempre, o goleiro riu. E ironizou: "Se estamos em crise em primeiro lugar, imagine os outros, que estão atrás de nós".

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Famoso por já ter feito declarações polêmicas após algumas atuações ruins do Palmeiras, Marcos parece estar com a língua bem mais controlada agora, aos 35 anos. Não criticou ninguém e ainda exaltou o resultado. "Voltamos a São Paulo satisfeitos, pois vamos decidir dentro de casa a primeira colocação", disse o goleiro, citando a partida contra o Botafogo de Ribeirão Preto, no domingo, no Palestra Itália, pela última rodada da primeira fase do Paulistão.

Marcos fez questão de ressaltar também que o astral das duas equipes, nesta terça, era completamente diferente - o Palmeiras já está classificado há três rodadas e o time de Itápolis luta para não cair para a Série A-2. "O Oeste briga para não ser rebaixado e jogou como se estivesse em uma final de Copa do Mundo. Por estar jogando fora de casa, o empate foi um ótimo resultado para o Palmeiras".

O goleiro admitiu que a primeira etapa foi fraca em emoções. "Mas, no segundo tempo, foi um bom jogo, legal para o pessoal assistir". Sobre o gol do lateral-esquerdo Ademar, num lance à queima-roupa, na entrada da área, Marcos foi só lamentação. "Fiz a defesa, mas, como estava longe do gol, a bola subiu e foi no ângulo. Mérito do atacante".

RENOVAÇÃO 

Há duas semanas, o goleiro teve uma conversa com o gerente de futebol Toninho Cecílio sobre a extensão de seu vínculo, que expira em dezembro. A diretoria quer dar a Marcos mais dois anos de contrato. Empolgado, ele ficou de pensar numa proposta salarial para a renovação. "Mas ainda não tivemos essa segunda conversa. Temos jogos importantes pela frente. Vamos deixar para depois", disse o vice-presidente Gilberto Cipullo.

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