Após estrear perdendo, Silas pede a contratação de reforços para a Lusa

Técnico ficou assustado com o material humano que tem no novo clube após a derrota diante do Luverdense, por 3 a 1, na terça-feira

Estadão Conteúdo

06 de agosto de 2014 | 21h32

Famoso técnico nas décadas de 60 e 70, quando inclusive dirigiu a Portuguesa, o português Oto Glória imortalizou a frase: "Sem ovos não se faz omelete". E o velho ditado, tantas vezes ouvido e repetido se encaixa perfeitamente na atual situação do time do Canindé. O técnico Silas Pereira nem bem estreou e já pediu reforços para a diretoria na tentativa de se recuperar dentro do Campeonato Brasileiro da Série B.

A equipe encontra-se em situação delicada na tabela de classificação. Não vence há cinco partidas e está cada vez mais longe de sair da zona de rebaixamento. Silas está ciente das dificuldades do clube e voltou a cobrar a necessidade de reforços após a derrota para o Luverdense por 3 a 1, em partida realizada na última terça, no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT).

O treinador considera que o setor de ataque um dos mais carentes da Portuguesa. Silas garantiu que com mais dois jogadores da posição fechará o plantel para a sequência da Série B. O problema, porém, é que o clube paulista vem passando por uma crise financeira, mas tentará realizar o pedido do comandante.

Atualmente, o elenco conta com seis jogadores para o ataque. Os titulares contra o Luverdense foram Serginho e Marcelinho, mas Pedro Oldoni, Caio Mancha, Luan e Bryan Aldave também estão à disposição do treinador. O meio de campo era outro setor com problemas, mas acabou sendo reforçado com a chegada do experiente Marcos Assunção.

O clube paulista é o vice-lanterna da Série B do Brasileiro com 12 pontos, a três do Oeste, primeiro integrante fora da zona de rebaixamento. O próximo compromisso da Portuguesa será contra o ABC, na próxima terça, na Arena das Dunas, em Natal.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolPortuguesaSilasSérie B

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.