Andres Stapff/Reuters
Andres Stapff/Reuters

Após estreia, Muriel abre disputa com Agenor para ser titular do Fluminense

Goleiro comemora boa atuação contra o Peñarol e sonha com sequência no time carioca

Redação, Estadão Conteúdo

24 de julho de 2019 | 12h48

Novo reforço do Fluminense, o goleiro Muriel abriu a concorrência para ser titular da equipe nesta segunda metade da temporada. O jogador, anunciado durante o recesso do Brasileirão para a disputa da Copa América, fez sua estreia na noite de terça-feira, em duelo da Copa Sul-Americana, e iniciou a disputa com Agenor.

Agenor vinha sendo titular absoluto desde o início do ano, quando Julio Cesar deixou o clube carioca para ser reserva do Grêmio. Mesmo sem brilhar, o ex-reserva do Flu assumiu a função e vinha dando conta do recado, apesar de críticas por parte da torcida tricolor pouco antes do recesso do Brasileiro.

A situação, contudo, mudou na retomada da competição. O elenco passou a ser reforçado por Muriel, formado na base do Internacional. O irmão mais velho de Alisson, titular do Liverpool e da seleção brasileira, estava jogando no Belenenses, em Portugal, quando surgiu a oportunidade de voltar ao futebol brasileiro.

A primeira chance surgiu diante do tradicional Peñarol, na terça. Com Muriel de titular, o time brasileiro venceu por 2 a 1, pela partida de ida das oitavas de final - o jogo da volta será terça que vem, no Maracanã. Com boas defesas, o goleiro foi um dos destaques da partida.  

"O Muriel fez uma boa estreia, a gente conseguiu prepará-lo um pouco semana passada e mais esses dois dias de maneira mais intensa e fez uma excelente estreia", afirmou o técnico Fernando Diniz.

O treinador evita apontar quem será o titular na sequência do Brasileirão. Agenor teria sido poupado na terça porque está com um filho internado por pneumonia. Para o jogo de sábado, contra o São Paulo, no Maracanã, Diniz não indicou quem será o dono do gol tricolor.

No entanto, não escondeu a satisfação com a boa performance de Muriel na estreia, principalmente na participação do goleiro com os pés. "[Ele] Tem tudo para crescer, porque, ao jogar com a gente, o goleiro tem um protagonismo muito grande com os pés e a gente procurou deixar ele na zona de conforto dele hoje."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.