Manu Fernandez/AP
Manu Fernandez/AP

Após fracassos, Santos tem pressa para reforçar o time

Clube corre contra o tempo em busca de um atacante de peso no concorrido mercado internacional

O Estado de S.Paulo

15 de julho de 2013 | 07h30

SANTOS - O Santos negocia em várias frentes, no Brasil e no exterior, à procura de pelo menos um reforço para o ataque. Os dirigentes têm pressa porque em menos de uma semana fecha a janela de entrada de jogadores que atuam fora do país e há o risco de o time, que chegou à terceira vitória seguida no Brasileirão, com a goleada de 4 a 1 contra a Portuguesa, repetir contra o Barcelona, no dia 2 de agosto, no Camp Nou, o vexame da decisão do Mundial de 2011, no Japão. A preocupação é que os meninos tremam diante de um dos melhores times do mundo.

A esperança era Robinho, mas as negociações fracassaram. Outras tentativas não tiveram sucesso, também por questões financeiras. Entre os pretendidos, o único cujo nome vazou foi Giuliano, ex-Internacional e que atualmente joga pelo Dnipro, da Ucrânia.

Para Claudinei Oliveira, que saiu fortalecido do jogo de sábado, o Santos precisa de pelo menos uma contratação de impacto para satisfazer o torcedor e compensar a perda de Neymar.

"Temos planos A, B e C, mas são negociações que não envolvem apenas vontade. É preciso acertar com o atleta e com o clube pelo qual ele atua e isso não é fácil", disse o técnico.

Os dirigentes não tratam apenas de contratações. Com o elenco inchado e inflacionado, é preciso reduzir custos e se livrar de jogadores caros. Os dois principais que estão nessa situação são Miralles, que teria salário em torno de R$ 500 mil, e Patito, com contrato até julho de 2016.

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