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Prass quer título para pagar dívida com Marcelo Oliveira

Goleiro foi campeão pelo Vasco contra o Coritiba do treinador

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2015 | 11h00

Na Copa do Brasil de 2011, Coritiba e Vasco se enfrentaram pelo título da Copa do Brasil. De um lado, Marcelo Oliveira comandava o time paranaense. Do outro, Fernando Prass era o jogador da equipe carioca. Quando o treinador teve a chance de conquistar seu primeiro grande título, o sonho parou nas mãos do goleiro. Quatro anos depois, eles se reencontram, no mesmo lado, e agora querem "acertar as contas".

Antes do Palmeiras, Prass já foi cobrado pelo chefe. "Quando ele chegou no Vasco, me cobrou e agora me cobrou aqui também", lembrou o goleiro, que foi acusado de exagerar na cera durante a decisão.

"Fizeram até um DVD onde aparecia que eu tinha feito sete minutos de cera durante o jogo. O árbitro era o Salvio Spinola (Fagundes Filho)", lembra o goleiro, entre riscos. "O presidente do Coritiba (Vilson Ribeiro de Andrade) ficou chateado comigo, conversei com ele e ficou tudo bem. Esse jogo foi complicado. O Coritiba tinha um time sensacional, mas a gente tinha um time muito bom também e foram dois grandes jogos", relembrou o goleiro.

Marcelo Oliveira foi vice-campeão da Copa do Brasil três vezes. Em 2011 e 2012 pelo Coritiba - contra Vasco e Palmeiras - e 2014 pelo Cruzeiro - diante do Atlético-MG. "Tomara que eu possa pagar a dívida com ele", disse Prass.

Antes dos dois jogos da decisão, o Palmeiras precisa voltar a jogar pelo Campeonato Brasileiro, onde está em oitavo na tabela, dois pontos atrás do Santos,  quarto colocado, e adversário neste domingo. Para o goleiro, a ordem é trabalhar com inteligência e cautela contra lesões. Bem humorado, ele se esquiva quando questionado se é necessário preservar alguns jogadores.

"Time para domingo, eu acho que eu tenho que jogar. O resto, o Marcelo que escolha quem ele achar melhor. Isso vai do planejamento. Temos um sistema de fisiologia muito avançado para acompanhar os jogadores. Quem se machucar, estará fora do resto do ano, porque falta pouco mais de um mês. Quanto a priorizar as competições, são oito jogos no Brasileiro ainda. Acho que dá para levar legal", comentou.

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