Wilton Júnior/AE - 18/6/2010
Wilton Júnior/AE - 18/6/2010

Após gol anulado, Donovan diz que EUA se fortaleceram

Após estar perdendo por 2 a 0 para a Eslovênia, a equipe comandada por Bob Bradley demonstrou superação ao marcar dois gols, chegar ao empate e quase conquistar os três pontos, se não fosse por um erro do árbitro do Mali Koman Coulibaly, que anulou um gol legítimo marcado pelo meia norte-americano Maurice Edu - que atua no Rangers, da Escócia. Tal reação fortaleceu o grupo dos EUA para o duelo marcado para o dia 23, em Pretória, válido pelo Grupo C da Copa do Mundo da África do Sul.

AE, Agência Estado

21 de junho de 2010 | 16h13

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De acordo com o meia Landon Donovan, "estar perdendo por 2 a 0 em uma partida de Copa do Mundo é muito difícil de superar, mas o modo como jogamos nos últimos anos fortalece o grupo de jogadores e por isso foi possível conquistar o empate", disse o jogador norte-americano acrescentando que não só ele como todo o grupo de atletas estão muito concentrados para a partida contra os argelinos.

O confronto com a equipe da Argélia é de fundamental importância para as pretensões dos norte-americanos neste Mundial da África do Sul. Isto porque se ganhar dos africanos, garante a classificação às oitavas de final. Caso empate o jogo e a Eslovênia ganhe ou empate com a Inglaterra - em uma partida em que os ingleses não marquem muitos gols - consegue a vaga, pois o saldo dos EUA é de três gols.

"Jogamos com muita energia aquela partida [contra a Eslovênia] até porque precisávamos de pelo menos um ponto para não dar adeus ao Mundial", afirmou o meia acrescentando que "todos compreendemos a realidade do futebol e sabemos que tudo pode acontecer em campo. Já fomos beneficiados por coisas assim, mas desta vez estivemos do lado prejudicado. Por isso não podemos fazer nada mais sobre o que ocorreu, apenas estarmos concentrado para o próximo jogo [Argélia]", disse.

Ainda segundo Donovan, o povo dos EUA percebeu a injustiça que ocorreu no último jogo da seleção nacional e apoiaram a equipe, demonstrando que o futebol está crescendo no país. "É muito bom ver as pessoas se preocupando com a gente da forma como está acontecendo nos EUA", finalizou.

 

 

 

 

 

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