Após ira dos bancários, Felipão pede desculpas ao Banco do Brasil

Após dizer que 'quem não quer pressão, vai trabalhar no Banco do Brasil', técnico se retrata e diz que é cliente do banco há 30 anos

O Estado de S. Paulo

29 de novembro de 2012 | 18h55

SÃO PAULO - Após virar alvo dos bancários, o novo técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, fez uma retratação junto ao Banco do Brasil. Durante a coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira, o treinador afirmou que, quem não quer sofrer pressão, deveria trabalhar no Banco do Brasil ou em um escritório.

 

De acordo com a instituição financeira, Felipão entrou em contato com o presidente do BB, Aldemir Bendine, e pediu desculpas. Scolari afirmou ser cliente há mais de 30 anos e disse não ter a intenção de ofender os funcionários do banco.

"Estou lá para pedir a colaboração do povo brasileiro à seleção e não pretendia ofender o pessoal do Banco do Brasil. Foi apenas uma má colocação."

 

Para Aldemir Bendine, a polêmica está encerrada. "Você (Felipão) vai ter aqui uma família de 116 mil pessoas, que estarão torcendo pelo seu trabalho. Que você seja muito feliz nessa nova empreitada e que traga de volta aquela alegria que você nos deu em 2002."

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