Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

Após marcar dois gols pelo São Paulo, Sara minimiza críticas e lamenta empate

'Em um clube grande como o São Paulo sempre vai ter críticas e apoio', diz o meia de 21 anos

Redação, O Estado de S.Paulo

12 de setembro de 2020 | 21h49

O meia Gabriel Sara vinha convivendo com críticas da torcida do São Paulo, mas mostrou neste sábado por que tem sido bancado pelo técnico Fernando Diniz. Ele foi o autor dos dois gols da equipe no empate com o Santos, na Vila Belmiro, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.

Após a partida, Sara minimizou as críticas, apesar de admitir que chegou a sentir. O meia de 21 anos lamentou que os seus dois gols não foram suficientes para o São Paulo sair da Vila Belmiro com os três pontos conquistados.

"Eu acho que as críticas fazem parte do esporte, em um clube grande como o São Paulo sempre vai ter críticas e apoio. Não é uma resposta, é o meu trabalho, pude ajudar a equipe, mas infelizmente não saímos com a vitória. Sentimos um pouco as críticas, mas temos que seguir em frente", afirmou Sara.

O técnico Fernando Diniz voltou a elogiar o meia. Em ocasiões anteriores, o treinador já havia elogiado a postura de Gabriel Sara nas partidas. "Todo mundo querendo massacrar o moleque, como se fosse um jogador pequeno e como se o treinador fosse um idiota que coloca para jogar. Não é porque ele fez os dois gols, é porque ele é bom. Se não fosse bom, não estaria jogando. Assim a gente vai matando um monte de moleque que poderia ser jogador", disse o técnico.

Depois do empate com o Santos, o São Paulo se prepara para voltar a jogar pela Copa Libertadores da América. Nesta quinta-feira, a equipe recebe o River Plate, da Argentina, no Morumbi, pela terceira rodada do Grupo D. 

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