Sérgio Castro/Estadão
Sérgio Castro/Estadão

Após pênalti polêmico, Ceni diz: 'Foi marcado nos bastidores'

Goleiro faz referência às declarações de Eurico durante a semana

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

18 de outubro de 2015 | 18h44

O goleiro Rogério Ceni foi um dos jogadores do São Paulo que deixou o gramado do estádio do Morumbi mais irritado com a marcação do pênalti de Matheus Reis e que resultou no gol marcado por Nenê, ainda no primeiro tempo, fazendo com que a partida terminasse empatada por 2 a 2 com o Vasco, neste domingo. Para o capitão tricolor, a marcação da penalidade aconteceu graças as reclamações do presidente do clube carioca, Eurico Miranda.

"O árbitro (Dewson Fernando Freitas da Silva) é muito bom, vem de dois anos apitando bem, mas hoje cometeu um equívoco. Esse pênalti não é apitado dentro de campo. Ele foi apitado antes de começar o jogo, só faltava ter uma circunstância e ela apareceu de forma muito duvidosa. É uma pena", disse o goleiro, que, em seguida criticou diretamente as declarações de Eurico Miranda.

"Talvez o presidente do Vasco tenha razão no que disse. Ele falou coisas graves, fez acusações e ninguém falou nada, ninguém se manifestou da CBF ou da Comissão de Arbitragem. Talvez, ele tenha razão em tudo que disse", ironizou o capitão são-paulino.

Após o jogo contra a Chapecoense, na rodada passada, Eurico disse, dentre outras coisas, que os árbitros já vão para as partidas cientes do que precisa ser feito e que os clubes catarinenses estavam sendo beneficiados para evitar o rebaixamento.

O técnico Doriva preferiu não entrar na polêmica. "É uma situação que nem questiono (o pênalti marcado). O que reclamo é da expulsão (de Matheus Reis), porque a bola bateu nas costas dele, quando ele deu um carrinho. Quanto ao Eurico, não ouvi o que ele falou, então não posso falar", desconversou o treinador.

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