Alessandra Tarantino/AP
Alessandra Tarantino/AP

Após queda, diretor da Roma pede união de times italianos contra erros de juízes

Clube fica na bronca com a arbitragem após eliminação diante do Liverpool, pela Liga dos Campeões

Estadão Conteúdo

02 Maio 2018 | 18h58

A Roma venceu o Liverpool por 4 a 2 nesta quarta-feira, em casa, mas acabou eliminada nas semifinais da Liga dos Campeões. Graças à derrota por 5 a 2 na ida, na Inglaterra, o resultado não foi suficiente para levar o time à decisão do torneio. Mas, para diversos nomes no clube, a situação poderia ter sido bem diferente se não fossem os erros de arbitragem.

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Diretor esportivo da Roma, Monchi reclamou duramente de dois pênaltis não marcados para a equipe nesta quarta, além de um gol marcado por Mané no jogo de ida, em que Salah iniciou a jogada em posição de impedimento. O dirigente ainda lembrou do pênalti duvidoso dado ao Real Madrid no confronto de quartas de final contra a Juventus e pediu que os clubes italianos se unam para reclamar.

"Parabéns ao Liverpool pela final, mas está na hora de o futebol italiano elevar a voz, porque não é normal o que tem acontecido. Nós tivemos um gol em impedimento marcado contra nós na ida, mas não nos deram dois pênaltis hoje. A Juventus também foi prejudicada na Europa. Este é o momento de sermos ouvidos. Não pode continuar assim", declarou.

Nesta quarta, Dzeko sofreu pênalti do goleiro Karius no primeiro tempo, mas o árbitro anulou a jogada ao marcar um impedimento inexistente. Na etapa final, El Shaarawy recebeu na área e encheu o pé. O gol só não aconteceu porque Alexander-Arnold bloqueou com a palma da mão.

"Sem os erros de arbitragem, tudo poderia ter sido diferente. Aumente a voz, não só a Roma, mas também a Juventus que sofreu com o Real Madrid. O futebol italiano precisa ser ouvido porque o que aconteceu é clamoroso", considerou.

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