Divulgação/Chapecoense
Divulgação/Chapecoense

Após queda, Kleina elogia postura da Chapecoense e admite necessidade de reforços

Eliminação do time alviverde veio com duas derrotas por 1 a 0 para o Nacional de Montevidéu

Estadão Conteúdo

08 de fevereiro de 2018 | 11h06

O técnico Gilson Kleina evitou lamentar a eliminação da Chapecoense na fase preliminar da Copa Libertadores, selada com a derrota por 1 a 0 para o Nacional do Uruguai, na noite de quarta-feira, em Montevidéu. O comandante do time catarinense preferiu exaltar a postura aguerrida da equipe, mas avaliou que faltou aproveitar as oportunidades que a equipe teve em jogadas de bola parada.

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A Chapecoense já havia perdido o jogo de ida, também por 1 a 0, na Arena Condá, e não conseguiu reverter a vantagem do oponente no jogo realizado no Estádio Parque Central. "Não soubemos aproveitas as bolas paradas. A gente fica triste, mas o Nacional foi mais efetivo. Parabenizo a atitude do grupo, que foi aguerrido", disse.

Kleina também reconheceu que a Chapecoense precisa de reforços para a sequência da temporada, mas também prometeu que o time vai evoluir nos próximos compromissos. "Precisamos de uma ou duas peças, mas não é por causa dessa derrota. A atitude da equipe hoje (quarta-feira) foi de uma equipe vencedora e vejo o elenco com jogadores que vão aflorar", afirmou.

Fora da Libertadores, a Chapecoense agora concentra suas atenções na disputa do Campeonato Catarinense. Vice-líder com dez pontos somados em cinco jogos, o time voltará a jogar na sexta-feira, quando vai receber o Tubarão, na Arena Condá.

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