Fabio Leoni/Ponte Press
Fabio Leoni/Ponte Press

Após queda, Ponte Preta adia reapresentação e adota lei do silêncio

Confusão com os torcedores no fim do jogo com o Vitória fez diretoria dar dois dias de folga para o elenco

Estadão Conteúdo

27 Novembro 2017 | 15h46

A ordem na Ponte Preta é o silêncio e o foco completo nas eleições, que foi suspensa nesta segunda-feira. O rebaixamento no último final de semana, após a derrota por 3 a 2 para o Vitória, ficou marcado por confusões, briga generalizada e invasão de campo no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Ao final da partida, o presidente Vanderlei Pereira foi o último a se pronunciar na sala de imprensa. Agora o elenco tem reapresentação marcada para quarta-feira, de olho na última rodada do Campeonato Brasileiro.

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Os jogadores saíram do estádio abalados não só com a derrota, mas também com as cenas lamentáveis que a torcida protagonizou. De acordo com o técnico Vagner Mancini, do Vitória, o zagueiro Yago foi um dos que passaram mal com a confusão e até por isso a comissão técnica deu uma folga de dois dias para o elenco. Anteriormente a reapresentação estava marcada para terça-feira.

Considerado pela torcida e até pela diretoria como principal responsável pela derrota em casa, o zagueiro Rodrigo foi embora muito antes da partida acabar. Expulso aos 19 minutos do primeiro tempo, ele deixou o Moisés Lucarelli ainda no início do segundo tempo e não estava no estádio durante a confusão. A assessoria de imprensa do clube negou que tenha ocorrido briga entre os jogadores durante o intervalo.

DISPENSAS

A reapresentação na quarta pode ser marcada pela saída de alguns jogadores. Com o rebaixamento decretado, a Ponte já pode começar a reformulação do elenco, com alguns dispensados ou com férias antecipadas. Rodrigo deve encabeçar a lista. Expulso e sem poder atuar na última rodada, é muito provável que ele não vista mais a camisa do time campineiro. Com 37 anos, ele deve procurar um novo clube para a próxima temporada.

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