Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

Após reunião, São Paulo nega dívida com grupo DIS por Ganso

Clube afirma que a dívida é inexistente porque o jogador não alcançou a meta de participar de 70% dos jogos

Agência Estado

14 de fevereiro de 2014 | 08h53

SÃO PAULO - O São Paulo veio a público para negar a dívida de R$ 5 milhões com o grupo DIS, em razão da contratação do meia Paulo Henrique Ganso. Após reunião com o grupo, o clube afirmou que a dívida é inexistente porque o jogador não alcançou a meta de participar de 70% dos jogos do time na temporada passada.

O valor de R$ 5 milhões seria pago à DIS na compra de mais 10% dos direitos econômicos do atleta. A soma se refere a um aditivo contratual, que previa este desembolso por parte do São Paulo caso Ganso completasse a marca de 70% das partidas.

"O departamento técnico do clube fez um levantamento que esclarece, porém, que apesar dos expressivos números alcançados por Paulo Henrique Ganso, que com a camisa do São Paulo quebrou seu recorde pessoal de jogos em uma mesma temporada, o atleta não atingiu o número pré-estabelecido no acordo firmado entre as partes", justificou o clube, em nota.

O São Paulo fez o anúncio após se reunir com representantes do grupo. De acordo com o clube, o assunto já está resolvido. E avisa que avalia a possibilidade de ampliar sua participação nos direitos do jogador no futuro. "Embora não obrigado contratualmente, o São Paulo considera, em momento oportuno, ampliar sua participação nos direitos econômicos do camisa 10."

São Paulo e DIS juntaram forças em 2012 para tirar Ganso do Santos e, juntos, desembolsaram R$ 23,9 milhões para viabilizar a negociação. O clube gastou R$ 16,5 milhões e contou com o aporte de R$ 7,4 milhões da parceira, que ficou com 68% dos direitos do atleta, cujo contrato vai até dezembro de 2016.

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