Após revés, Mancini aponta falta de opções no Botafogo

Após a derrota por 2 a 0 sofrida diante do Goiás, na noite desta quarta-feira, em Juiz de Fora (MG), o técnico Vagner Mancini admitiu que trabalha com um elenco de opções limitadas e que o Botafogo precisa de reforços para a continuidade da temporada. O revés fez a equipe carioca estacionar nos quatro pontos, na 13ª posição do Campeonato Brasileiro, depois de anteriormente ter exibido poder de reação com uma goleada por 6 a 0 sobre o Criciúma.

AE, Agência Estado

15 de maio de 2014 | 09h49

Ao ser questionado sobre as opções que tinha no banco de reservas para buscar uma reação diante da equipe goiana, o treinador reconheceu: "Não são poucas (opções), são muito poucas. Deveria ter um elenco mais balanceado nesse sentido. Hoje, por exemplo, eu tive que colocar o Lucas com o Edílson para tentar alguma coisa na linha de fundo".

Em seguida, porém, o treinador diminuiu o peso das críticas ao próprio elenco. "Não estou aqui para reclamar, faço o que está ao meu alcance. Todo mundo que enxerga futebol sabe o que tenho nas mãos. O time tem limitações, mas ninguém aqui está se queixando", completou, já projetando nova reação na partida contra o Grêmio, na próxima quarta-feira, fora de casa, pela sexta rodada do Brasileirão.

"Nós tínhamos o estádio a favor (em Juiz de Fora), o torcedor veio, apoiou desde o início do jogo, então, é óbvio, a gente vinha de uma vitória no sábado, muito expressiva, e havia muita expectativa em cima deste jogo. Infelizmente a gente saiu derrotado, mas temos que assimilar essa derrota o mais rápido possível e saber que o futebol muitas vezes não é do jeito que você quer. Temos que força pra ir lá, batalhar novamente e que venha o próximo jogo. E assim seguiremos fortalecendo a equipe", enfatizou.

O atacante Emerson, por sua vez, admitiu que faltou mais empenho de alguns jogadores no duelo diante do Goiás, embora tenha evitado citar qualquer companheiro que teria ficado abaixo do desempenho esperado. "O Botafogo não é o melhor time do mundo, se todos não correrem com igualdade... Não somos um time que está tão acima dos demais, mas podemos nos tornar competitivos, mas temos que mentalizar e ser inteligentes. Todo mundo tem que correr, senão fica difícil. Vale para todo mundo o que estou falando", apontou.

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