Amanda Perobelli/Estadão
Amanda Perobelli/Estadão

Após romper com Mustafá, dona da Crefisa diz que disputará presidência do Palmeiras

Leila Pereira afirma que, apesar da falta de títulos, se inspira em Maurício Galiotte, atual presidente

O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2017 | 09h59

Leila Pereira, dona da Crefisa, já faz planos para disputar a presidência do Palmeiras a partir de abril de 2021, após cumprir o seu mandato como conselheira. "Quando puder concorrer à presidência, vou concorrer. Os sócios vão decidir. Vou poder fazer muito mais coisas pelo Palmeiras", disse a empresária em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.

Segundo Leila, que investiu mais de R$ 100 milhões em reforços este ano, a sua inspiração é o atual presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, mesmo sem o clube não ter conquistado nenhum título sob o seu comando. "Estou certa que o Maurício vai ser o melhor presidente que o Palmeiras teve nos últimos anos. Os títulos, e nós queremos muito com toda a torcida, virão."

Sobre o ex-presidente Mustafá Contursi, ela disse que rompeu relações com o dirigente após descobrir que ingressos dados por ela estavam sendo vendidos. "Não tenho mais relacionamento com ele. Mustafá me decepcionou muito. Era uma pessoa por quem tinha muito respeito. Não merecia aquele episódio, o patrocinador não merecia. Se algumas pessoas dentro do clube acham normal a venda dos bilhetes que eram repassados gratuitamente para eles, eu não acho. Eram 70 ingressos por jogo que ele me pedia, dizendo que seriam distribuídos para conselheiros e sócios. Eles são uma contrapartida pelo contrato de patrocínio", disse.

Apesar de reconhecer que a política no clube "é muito complicada", Leila voltou ainda a afirmar que só deixará o clube depois que o clube conquistar o título mundial. "Só saio do Palmeiras quando ganharmos o bicampeonato mundial", disse.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.