Após 'sauna' em Manaus, Hodgson se diz aliviado com frio de SP

Depois de jogar contra Itália no norte do Brasil, Inglaterra terá um clima mais parecido com o qual encontra na Europa em Itaquera

Felipe Rosa Mendes, Agência Estado

18 de junho de 2014 | 22h07

Depois de encarar temperaturas de até 30º na estreia, em Manaus, o técnico Roy Hodgson não se preocupa com o choque térmico que a seleção da Inglaterra sofrerá nesta quinta-feira, no estádio de Itaquera, contra o Uruguai. A previsão é de temperaturas entre 13 e 17 graus, muito vento e boas chances de chuva em São Paulo.

"Não vai nos prejudicar. O fato de a partida não ser jogada em temperatura elevada ajudará as duas equipes, apesar de termos nos preparado em temperaturas altas. Não podemos reclamar disso. E nem o Uruguai, que tem muitos jogadores atuando na Europa", disse o treinador, satisfeito com o frio desta quarta.

"Se você está jogando com a mesma intensidade, não pode ficar perturbado com isso. Em Manaus, o calor não atrapalhou nosso jogo. No Brasil, temos de nos adaptar às condições do País. Pode estar muito quente, muito úmido ou chuvoso. Estamos preparados", garantiu Hodgson.

O técnico se mostrou mais preocupado com o ataque uruguaio do que com a condição climática da partida. "Eles são atacantes de primeira classe, como Forlán e Suárez. Também têm bons meio-campistas que podem dar suporte ao ataque. É uma equipe experiente em bola parada", avaliou.

Para o treinador, a derrota de virada diante da modesta Costa Rica, na estreia, não afetará o moral dos uruguaios. "O primeiro jogo não foi como eles esperavam, mas isso é passado. E o Uruguai não mostrou toda sua capacidade naquele jogo", minimizou.

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