Jorge Adorno/Reuters
Jorge Adorno/Reuters

Após ser demitido, Marcos Paquetá pede desculpas ao torcedor do Botafogo

Técnico não resistiu à queda na Copa Sul-Americana diante do Nacional-PAR na noite desta quarta-feira

Estadão Conteúdo

02 Agosto 2018 | 09h20

Demitido do Botafogo logo após a derrota por 2 a 1 para o Nacional, do Paraguai, em Assunção, na noite de quarta-feira, pela rodada da ida da segunda fase da Copa Sul-Americana, o técnico Marcos Paquetá se pronunciou apenas através de um nota oficial, cerca de três horas depois do jogo, para falar do ocorrido. E pediu desculpas aos torcedores pela má fase do time - foram quatro derrotas e só uma vitória sob seu comando.

+ Botafogo perde para o Nacional e torcida pede saída de Paquetá

+ Com Aguirre em alta no Morumbi, São Paulo recebe o Colón

+ Estável, Fluminense recebe Defensor com Pedro 'sob observação'

Na entrevista coletiva logo após a partida, obrigatória pela Conmebol, o treinador compareceu à sala de imprensa, mas não quis falar. Só se pronunciou mais tarde, depois da reunião com o presidente alvinegro, Nelson Muufarrej, o vice de futebol, Gustavo Noronha, e o gerente de futebol, Anderson Barros, que comunicaram o seu desligamento.

"Em primeiro lugar, quero pedir desculpas ao torcedor botafoguense pelo planejamento não ter acontecido como gostaríamos. Os resultados positivos acabaram não acontecendo e, infelizmente, alguns fatores, como perda de jogadores importantes, sequência de jogos com pouco tempo para adequar a equipe à minha filosofia de trabalho e, até mesmo o momento financeiro do clube, contribuíram para os resultados ruins", disse Marcos Paquetá.

"Mas agradeço a confiança da diretoria, dos funcionários e do elenco e por terem me acolhido neste retorno ao Brasil. Triste por sair sem as metas alcançadas, mas com a certeza de que, mesmo com as limitações momentâneas do clube, tentei contribuir da melhor forma", finalizou o técnico.

Quem sai junto com Marcos Paquetá é o auxiliar Esdras Lopes, que veio junto com o técnico quando ambos abriram mão de um contrato com o Pune City, da Índia.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.