Após ser rebaixado na Itália, Palermo anuncia treinador e novo diretor esportivo

Bruno Tedino passou pelo Pordenone, clube da terceira divisão, e por seleções italianas de base

Estadão Conteúdo

22 de junho de 2017 | 12h02

Depois de ter sido rebaixado à segunda divisão do Campeonato Italiano na temporada passada do futebol europeu, o Palermo anunciou oficialmente nesta quinta-feira que contratou Bruno Tedino como seu novo técnico, assim como confirmou a chegada de Fabio Lupo para assumir o cargo de diretor esportivo do clube.

O Palermo terminou a última edição da Série A italiana na penúltima posição, com apenas 26 pontos em 38 jogos, e só foi melhor do que o lanterna Pescara, que caiu para a segunda divisão nacional após somar somente 18 pontos na competição.

Escolhido para conduzir o time em sua busca de retornar à elite na próxima temporada, Tedino, de 52 anos, realizou o seu trabalho mais recente no Pordenone, que na semana passada fracassou no playoff da terceira divisão da Itália em confronto diante do Parma 1913, tradicional clube refundado com este nome após ter falido em 2015 e que assegurou seu acesso à segunda divisão.

Tedino também foi técnico de seleções sub-16 e sub-17 da Itália e acumulou passagens por equipes pequenas do futebol italiano, como Novara, Pistoiese, Sudtirol e Sangiovannese. E ele se tornou o segundo treinador apontado para o cargo pelas mãos do novo presidente do Palermo, Paul Baccaglini, que assumiu a direção em março no lugar de Maurizio Zamparini após um acordo segundo o qual ele iria comprar as ações do clube com seus recursos financeiros.

O Palermo foi rebaixado em uma temporada na qual nada menos do que cinco técnicos passaram pelo comando do time. Foram eles: Davide Ballardini, Roberto De Zerbi, Eugenio Corini, Diego Lopez e Diego Bortoluzzi, contratado por Baccaglini em abril em um acordo para dirigir a equipe apenas até o final do último Italiano.

Já Fabio Lupo, que como Tedino tem 52 anos de idade, é um ex-meio-campista que vestiu as camisas de Bari, Ancona e Avellino, entre outros times modestos, e acumulou trabalhos como dirigente no Giulianova, no Ascoli e no Manfredonia.

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