Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

Após simulação, Chapecoense já espera por corpos para iniciar velório

Mais de 100 mil pessoas devem comparecer à cerimônia na Arena Condá

Daniel Batista e Gilberto Amendola, enviados especiais a Chapecó, O Estado de S.Paulo

30 de novembro de 2016 | 17h30

Em parceria com a Polícia Militar, Bombeiros, Governo do Estado e Polícia Rodoviária Federal, a Chapecoense realizou nesta quarta-feira uma simulação de como será feito o transporte dos corpos vindos da Colômbia para a realização do velório das vítimas do acidente aéreo que causou a morte de 20 representantes do clube catarinense.

O detalhamento dos horários dependerá do momento em que os corpos forem liberados na Colômbia, algo que deve ocorrer na sexta-feira, mas ainda não se sabe exatamente se no período da manhã, tarde ou noite. A simulação serviu para definir alguns pontos, como por exemplo, o tempo do trajeto do aeroporto até a Arena Condá, palco da partida.

Os corpos serão colocados em três ou quatro caminhões, dependendo da quantidade de corpos que forem liberados e autorizados pela família para ir para Chapecó. Os familiares do técnico Caio Júnior, por exemplo, inicialmente não pretendiam que seu corpo fosse levado para a cidade catarinense.

As ruas próximas do estádio serão fechadas e a PM pede para que os fãs evitem transitar pelo local por onde a carreata irá passar. Do aeroporto, eles chegarão até a Avenida General Osório, passarão pela Rua Uruguai e depois entrarão na Rua Borges Medeiros, local onde fica a arena. Os caminhões entrarão pelo portão 14. A expectativa dos organizadores é que pelo menos 100 mil pessoas passem pelo local.

O tempo do velório também vai depender do horário da chegada dos corpos. A tendência é que se o evento iniciar pela manhã, dure mais horas do que se for à noite. Em seguida, as famílias vão levar os corpos para suas respectivas cidades.

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