Após sumiço, atacante Michael pede e rescinde contrato com o Fluminense

O atacante Michael não é mais jogador do Fluminense. Após dias de ausência nas Laranjeiras, ele se reuniu com a diretoria do clube carioca na tarde desta terça-feira e pediu a rescisão do contrato, que iria até dezembro de 2017. O presidente Peter Siemsen acatou prontamente a solicitação.

MARCIO DOLZAN, Estadão Conteúdo

03 Novembro 2015 | 19h17

Michael havia pedido liberação dos treinos na terça-feira da semana passada para resolver problemas particulares. Ele era aguardado no clube desde quinta-feira, mas somente nesta terça apareceu. O atacante conversou com o diretor de futebol Fernando Simone e pediu dispensa do Fluminense. Coube ao diretor repassar o desejo a Siemsen.

O atacante de 22 anos foi formado no clube e sempre foi considerado uma promessa. Em 2013, porém, foi flagrado em exame antidoping por uso de cocaína e acabou suspenso. O jogador foi punido e teve o caso inclusive julgado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), instância máxima da Justiça Desportiva. Foi liberado para jogar apenas no último dia 31 de agosto. Mesmo assim, Michael não vinha sendo aproveitado pelo time no Brasileirão.

Em nota, o clube carioca confirmou a rescisão e garantiu que deu todo o apoio ao atleta. "O Fluminense deu todo suporte ao jogador para que ele se recuperasse dos problemas pelos quais passou nos últimos anos. A direção deseja sorte ao atacante no futuro", diz trecho do comunicado.

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