Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians
Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Após tanta reclamação, Guilherme curte nova fase no Corinthians

Atacante foi o destaque na vitória sobre o América-MG

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

17 Outubro 2016 | 19h12

O atacante Guilherme era só alegria nesta segunda-feira, no Corinthians. Desde que voltou ao time, após mais de um mês fora tratando de uma lesão, ele fez duas partidas, marcou um gol e deu duas assistências. Antes disso, reclamou diversas vezes por não estar sendo aproveitado pelos técnicos Cristóvão Borges e Fábio Carille. Hoje, tudo mudou.

 

"Me preparei para retornar bem depois de um período chato fora. É sempre difícil para o atleta a lesão, acompanhando pela TV. Mas tiramos proveito, analisamos de fora e revemos conceitos. Fisicamente em algum momento ainda sinto alguma coisa, mas penso em evolução sempre, foram dois grandes jogos, mas posso mais, quero mais e vou fazer muito mais aqui", disse o animado atacante, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira, no CT Joaquim Grava.

Além de voltar a jogar, outro motivo de alegria para Guilherme é a chegada de Oswaldo de Oliveira, treinador que o revelou para o futebol, em 2006. A estreia foi justamente contra o Corinthians, no Pacaembu.

 

"Em 2006, a primeira vez que viajei para jogar no profissional foi com Oswaldo, foi contra o Corinthians, no Pacaembu. Quando eu vi tanta estrutura, movimentação e a loucura de torcedor... Esse jogo nós perdemos, e isso despertou algo diferente de poder um dia ter esse prazer de jogar no Corinthians. Não queria sair do futebol sem vestir essa camisa. E quando eu falo em fazer mais é jogar mais, deixar um legado e um título importante", disse.

 

Uma das dúvidas que tem persistido na carreira de Guilherme é sobre qual sua posição, de fato. Ele brinca com o tema e diz que se considera um camisa 9,5. "Para mim isso não é um problema, se meio ou ataque. Deixo para a necessidade do treinador. Venho em sequência de anos jogando como meia, mas não vejo problema em jogar no ataque. Tive um treinador que dizia que eu não sou 9 e nem 10, sou 9,5. Fico nisso. É uma função que me possibilidade ser finalizador e passador, me sinto bem nas duas, porque são momentos lindos do futebol, explicou.

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