Lucas Merçon/Fluminense
Lucas Merçon/Fluminense

Após treino adiado por ação militar, Fluminense faz trabalho mais longo à tarde

CT do tricolor fica próximo a região que tem sido palco de tiroteios entre policiais e traficantes

Estadão Conteúdo

07 de fevereiro de 2018 | 21h58

O Fluminense realizou um treino mais longo, de cerca de duas horas, na parte da tarde desta quarta-feira. O intuito foi compensar o trabalho cancelado pela manhã devido a uma operação militar realizada próxima ao Centro de Treinamento do clube.

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O CT do Fluminense fica em uma saída da Linha Amarela que dá na Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, região que nos últimos dias têm sido palco de tiroteio entre policiais e traficantes. É comum os jogadores ouvirem barulho de tiros enquanto treinam no local.

Na semana passada, a situação de violência se agravou e a Linha Amarela chegou a ser fechada por dois dias seguidos. A operação realizada na manhã desta quarta-feira contou com a presença de membros das Forças Armadas, da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Força Nacional de Segurança e também incluiu outras áreas da região metropolitana do Rio.

À tarde, o técnico Abel Braga conseguiu comandar a atividade sem problemas. O treino foi dividida em duas partes. Depois de conversarem uma rápida conversa, Abel realizou um trabalho técnico em campo reduzido e depois uma treino tático.

Sem jogo a disputar no final de semana, o Fluminense aguarda a CBF marcar a data do duelo que a equipe fará contra o Salgueiro, pela segunda fase da Copa do Brasil, que poderá ocorrer no dia 14 ou no dia 15 de fevereiro, segundo confirmou o clube.

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