JF Diorio/Estadao
JF Diorio/Estadao

Após três meses, Vilson volta ao Palmeiras

Recuperado de uma lesão no joelho, zagueiro quer que time mantenha boa fase

DANIEL BATISTA, O Estado de S. Paulo

19 de julho de 2013 | 08h00

SÃO PAULO - O fato de não poder contar com o capitão Henrique - suspenso - na partida contra o Figueirense, não preocupa tanto Gilson Kleina. Ele terá o retorno de Vilson, recuperado de uma artroscopia no joelho esquerdo que o deixou longe dos gramados por quase três meses. Em entrevista ao Estado, ele admite que voltar num momento em que o time está bem serve como força para não sentir a falta de ritmo de jogo.

"Estou muito alegre com esse ‘novo Palmeiras’. Todo mundo está se dedicando muito, tanto os que chegaram agora como os que já estavam no clube. E a gente vê um padrão tático, um time com posse de bola e que envolve os adversários", comemorou o jogador, que atuou pela última vez no dia 21 de abril, na derrota por 2 a 1 para o Ituano. O jogo foi o último da primeira fase do Paulistão.

Kleina já deu indícios de que sua dupla de zaga titular é Henrique e Vilson. A confiança é fruto do rendimento do ex-gremista que, até certo ponto, surpreendeu muita gente no clube. Quando foi envolvido na transação que levou Barcos para o Grêmio, não se esperava que Vilson fosse dar tão certo na equipe.

Seu parceiro de zaga sábado, André Luiz, é o adversário por uma vaga no time. "Temos uma disputa sadia. Quando ele chegou, eu estava jogando e ele soube esperar a oportunidade. Um bom profissional tem de se comportar assim", disse Vilson.

A falta de ritmo aparece como o grande adversário neste momento. "Não tem como não sentir. Voltar é muito bom, mas tenho de trabalhar muito forte e conversar bastante com meus companheiros para tentar evitar ao máximo os erros."

NOVAS CARAS

O Palmeiras pode contar com duas estreias em Florianopólis. O atacante Alan Kardec e o meia Felipe Menezes devem ser relacionados para o jogo.

Na última quinta-feira, o Palmeiras acertou o empréstimo de João Denoni para o Oeste até o fim de 2014. E a Ponte Preta desistiu do empréstimo de Tiago Real, Maikon Leite e Luiz Gustavo ou Wellington (um deles seria escolhido). O time de Campinas não quis arcar com o salário total deles.

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