Nilton Fukuda/Estadão
Nilton Fukuda/Estadão

Após vaias em São Paulo, Daniel Alves espera 'axé diferente' na Bahia

Capitão da seleção brasileira afirma que as pessoas sentem falta da equipe na Bahia

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

16 de junho de 2019 | 04h30

Depois das vaias no fim do primeiro tempo diante da Bolívia, quando a partida em São Paulo, ainda estava 0 a 0, o lateral Daniel Alves espera uma energia diferente no segundo jogo, terça-feira, diante da Venezuela, em Salvador. “Na Bahia o axé é diferente. As pessoas sentem falta da seleção, dessa energia que a seleção leva onde passa. Certeza que lá vai ser mais animado do que aqui (São Paulo). Se o Tite gritasse dava para escutar no campo”, disse Daniel. 

O capitão do Brasil avaliou que a rivalidade entre os clubes modifica a relação dos torcedores com a seleção. “Aqui em São Paulo é normal vaiar. Existem muitos torcedores de times. É sempre complicado jogar aqui, mas a equipe mostrou personalidade no Morumbi”, elogiou. 

A partida de terça-feira representa uma volta para casa. O lateral-direito de 36 anos, baiano de Juazeiro, começou a carreira no Bahia e foi para a Europa em 2002. Daniel já jogou várias vezes na Fonte Nova pela seleção.

Mas esta poderá ser sua última partida pela equipe no estádio. A tendência é que o Brasil não volte mais à Bahia antes da próxima Copa do Mundo – e ele deverá encerrar a carreira antes. 

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