Divulgação/SPFC
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Após vitória do São Paulo, Diniz afirma que Reinaldo é postulante a uma vaga na seleção

Treinador elogia o lateral-esquerdo, que completou 250 jogos pelo São Paulo e participou dos três gols da vitória sobre o Bahia

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de novembro de 2020 | 22h13

O lateral-esquerdo Reinaldo completou 250 jogos pelo São Paulo neste sábado e foi bastante elogiado pelo técnico Fernando Diniz após a vitória por 3 a 1 sobre o Bahia, neste sábado, na Arena Fonte Nova. O jogador participou dos três gols da equipe. No primeiro, cobrou lateral na área e Luciano aproveitou bobeira da zaga adversária e acertou uma bicicleta. No segundo, cobrou falta na medida para Arboleda ampliar. Depois, cruzou rasteiro para Luciano mandar de primeira no canto do goleiro Douglas.

Para Fernando Diniz, Reinaldo é postulante a uma vaga na seleção brasileira. O treinador também lembrou a trajetória do lateral no São Paulo. Contratado em 2013, ele recebeu críticas em seu começo e foi emprestado à Ponte Preta em 2016 e à Chapecoense em 2017. Deu a volta por cima em seu retorno ao clube em 2018 e tem sido um dos principais jogadores do elenco.

""O Reinaldo sempre vai citado como um exemplo de recuperação. É muito difícil ele ter começado do jeito que começou e ter dado a volta por cima. É uma referência, não tem ido bem só na parte ofensiva, tem ido bem na parte defensiva. Tem liderança técnica e na gestão de grupo. Está entre os melhores laterais-esquerdos do Brasil. Tem que seguir a carreira dele, tem 30 anos e a qualquer momento pode postular uma vaga na seleção", analisou Diniz.

O treinador ainda analisou a vitória do São Paulo sobre o Bahia. Para Diniz, seu time mereceu sair com o resultado positivo da Arena Fonte Nova. A equipe vinha de empates com Vasco e Ceará, que brigam para se distanciar da zona de rebaixamento. O técnico elogiou o desempenho do São Paulo contra o Bahia que marcou com a chamada "linha baixa", quando fica mais recuado à espera do adversário.

"Não é só o São Paulo que tem dificuldade para jogar contra time com linha baixa. Todos os times têm esse tipo de dificuldade. Temos pouco tempo para treinar e treinamos. Mostramos vídeos e temos uma base de treinos para esse tipo de questão. Quando tem treino, os jogadores ficam mais afinados. No primeiro tempo já tínhamos produzido algumas chances, no segundo tempo voltamos mais agressivos. Criamos inúmeras situações de gols. Era questão de tempo, o gol estava amadurecendo e acabou saindo. O Bahia teve de sair um pouco mais e tivemos mais espaço para jogar", disse o treinador.

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