saopaulofc.net/Divulgação
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Após Wellington Nem, reforços no São Paulo serão pontuais

Direção pretende contratar jogadores para poucas posições e busca um ‘camisa nove’

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

11 de novembro de 2016 | 07h02

Depois de contratar Wellington Nem, a diretoria do São Paulo já mostrou que pretende fazer contratações pontuais e sem alarde. A intenção é montar um time forte para 2017, para a equipe voltar a conquistar títulos, e até por isso o presidente Leco trata o Paulistão como competição importante no início do ano.

A aposta em Wellington Nem é para suprir uma carência no ataque pelos lados do campo, em baixa desde a saída de Lucas para Paris Saint-Germain. Nenhum jogador se firmou no time nessa função após a saída do jogador para o futebol francês. Kelvin, que está emprestado pelo Porto e voltará à equipe no fim do ano, não aproveitou muito bem suas chances.

Se para um lado no ataque o São Paulo terá Wellington Nem, no outro o jovem David Neres deve continuar na equipe. Ele agradou na reta final do Campeonato Brasileiro e deve crescer em 2017. Desta forma, o clube ainda busca um “camisa 9” para ser a referência de gols no ataque.

Chávez começou bem, mas depois caiu de rendimento. Ele não está descartado, mas os dirigentes acreditam que um outro atleta para jogar dentro da área pode ajudar. Os torcedores sonham com mais um retorno de Luis Fabiano, de 36 anos. Ele foi artilheiro na segunda divisão chinesa com 36 gols.

Ciente de que o Fabuloso pode ser uma sombra, Chávez garante não se incomodar. “O nome de Luís Fabiano é totalmente reconhecido. Não me comparo. Joguei no Boca Juniors e seria o mesmo que me comparar com o Palermo, que fez muitos gols lá. Não tem comparação. Ele tem uma história aqui, fez muitos gols e é um jogador que admiro muito”, disse.

Outro nome que agrada é o de Willian, do Cruzeiro. Ele não tem espaço com Mano Menezes e pode ser envolvido em alguma negociação com o São Paulo. Mas o grande sonho para a posição ainda é o atacante Nilmar, que está no Al Nasr, dos Emirados Árabes Unidos. A diretoria ainda vê a negociação com dificuldade, até pelas questões financeiras. Será muito difícil que o São Paulo consiga chegar perto do salário que o atleta ganha no mundo árabe.

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