Reprodução Facebook EC Vitória
Reprodução Facebook EC Vitória

Apresentado como técnico, Vagner Mancini mira 'reconstrução' do Vitória

Treinador chega para substituir Alexandre Gallo, demitido pela má fase no Brasileirão

Estadão Conteúdo

26 de julho de 2017 | 16h38

O técnico Vagner Mancini frisou, durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira na qual foi apresentado como novo técnico da equipe baiana para o restante da temporada, a motivação para reconstruir o Vitória, atualmente em penúltimo lugar no Campeonato Brasileiro, com apenas 12 pontos, cinco abaixo do Atlético-PR, primeira equipe fora da zona de rebaixamento.

"Felicidade de estar retornando ao clube que, em todas as vezes que me contratou, esteve de braços abertos para mim. Este já não é mais um momento de crise. É um momento de reconstrução, um momento novo para o Vitória. Espero (contar) com a ajuda de todos que estão aqui, assim como a torcida, que tem que voltar a acreditar", destacou o técnico. Vagner Mancini, que recentemente foi demitido pela Chapecoense, após uma série de maus resultados, inicia a sua quinta passagem pelo clube baiano. Ele é o treinador que mais dirigiu o time em sua história em número de partidas.

São 153 jogos oficiais entre as temporadas 2008, 2009 (duas vezes), 2015 e 2016, superando Aymoré Moreira (135), João Francisco (118) e Arturzinho (128). Mancini conquistou o título do Campeonato Baiano de 2008 e o acesso para a Série A do Brasileiro, em 2015.

Mancini já comanda o plantel no treinamento desta quarta e deverá estrear no jogo contra o Cruzeiro, pela 17ª rodada do Brasileirão, no domingo, às 19 horas, em Belo Horizonte. O treinador destacou a necessidade de resgatar a confiança dos jogadores para superar este primeiro desafio à frente da equipe.

"Pelo que vi, o Vitória tem uma marcação às vezes um pouco mais adiantada e no seu campo. O que vou fazer até o jogo do Cruzeiro é muito pouco, a não ser a conversa, a motivação. Fazer com que os atletas entendam a necessidade de reagir. Há a necessidade de você 'tocar' o jogador, fazer com que ele desperte para uma situação que hoje é muito traumática, de muita pressão, e que tem de ser aliviada", projetou.

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