Vinnicius Silva/Cruzeiro
Vinnicius Silva/Cruzeiro

Marquinhos Gabriel já projeta reencontro com Rodriguinho no Cruzeiro

Meia, que assinou por três temporadas, foi apresentado oficialmente nesta terça-feira

Redação, Estadão Conteúdo

22 de janeiro de 2019 | 17h48

Anunciado como novo reforço do Cruzeiro na semana passada, Marquinhos Gabriel foi apresentado oficialmente nesta terça-feira, na Toca da Raposa II. O jogador, que inclusive já vinha treinando ao lado do elenco, assinou contrato por três anos e chega como mais uma opção para o técnico Mano Menezes compor o setor ofensivo do time celeste.

Mal chegou, Marquinhos Gabriel já precisou responder sobre outro provável reforço do Cruzeiro. O jogador comentou sobre a possibilidade de reencontrar o também meia Rodriguinho, com quem teve anos vencedores vestindo a camisa do Corinthians e que deve ser oficializado nos próximos dias.

"Ele é um cara vencedor. Está chegando para nos ajudar aqui, é um grupo vencedor. Temos tudo para conquistar os títulos que o clube almeja nessa temporada. É um baita jogador, não tenho nem o que falar. Jogador de seleção e esperamos ser muito felizes e conquistar títulos juntos", declarou.

Marquinhos Gabriel e Rodriguinho atuaram juntos no Corinthians entre 2016 e 2018, conquistando dois títulos paulistas e um brasileiro. Por mais que possuam estilos diferentes, ambos podem ser opção para a vaga deixada por Arrascaeta, negociado com o Flamengo.

"Tudo depende do esquema que o Mano vai usar. Chego para brigar pelo meu espaço, é um elenco muito qualificado e todos aqui estão lutando pela titularidade. Eu chego com essa mesma vontade de vencer e buscar coisas. Sobre o posicionamento, vamos conversar com o professor", projetou Marquinhos.

Apesar do ânimo demonstrado para vestir a camisa celeste, o próprio jogador admitiu que precisará de algum tempo para ficar em forma. Afinal, desde agosto vestia as cores do Al-Nasr, dos Emirados Árabes Unidos, e não realizou pré-temporada ao lado dos novos companheiros.

"Vou precisar de um pouquinho mais de tempo. Nos Emirados Árabes, não se treina muito, não tem a mesma intensidade. Tenho que fazer uma base boa para aguentar o ano inteiro, para quando entrar em campo conseguir manter o ritmo forte dos jogos", apontou.

 

 

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