Ricardo Saibun/Divulgação
Ricardo Saibun/Divulgação

Aranha defende vocação ofensiva do time e elogia defesa

Time de melhor ataque na competição e quinta pior defesa, Santos enfrenta a Ponte Preta nas quartas do Paulistão

Sanches Filho, O Estado de S. Paulo

25 de março de 2014 | 19h21

SANTOS - Ao mesmo tempo que avançou da fase de classificação com o melhor ataque, marcando 39 gols em 15 jogos, o Santos chega às quartas de final do Paulistão com a quinta pior defesa dentre os oito times classificados. Vazado 16 vezes, fica à frente de Ponte Preta (23), Botafogo (20), Bragantino (18) e Penapolense (17). O Audax (15), eliminado, também teve um setor defensivo mais eficiente.

Para o goleiro Aranha, este é o custo da vocação ofensiva do Santos. "O torcedor aqui cobra muito, molecada, DNA ofensivo, mas isso tem um preço. Somos contra-atacados, sofremos gols. Para se manter isso, o torcedor precisa estar com o time, sabendo que a qualquer momento pode dar errado", comentou o goleiro, em entrevista coletiva nesta terça-feira.

O jogador também elogiou o defensores que protegem o seu gol. "A zaga está bem no meu ponto de vista, sempre esteve bem, mas cai no que eu havia falado: pagamos por sermos ofensivos. Se você tem um time retranqueiro, que joga para explorar contra-ataques e sofre gols, aí entendo as vaias, mas dessa forma não vejo a zaga em um momento ruim."

Ex-atleta da Ponte Preta, ele falou sobre a oportunidade de encarar o clube onde viveu boa parte da carreira. "É especial para mim ver a Ponte bem, como tem feito esses anos todos, brigando por títulos. Mas tenho que ver o meu lado, porque a Ponte vai continuar existindo, então não sou eu que determino. Tenho que focar no meu trabalho", disse.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolSantos FCPaulistão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.