Árbitro relata bombas e rivais mineiros podem se complicar

Árbitro relata bombas e rivais mineiros podem se complicar

Marcelo de Lima Henrique põe incidente na súmula e clubes podem ser punidos. Ambos já foram condenados no ano passado

Estadão Conteúdo

22 Setembro 2014 | 08h33

No campo, o Atlético-MG saiu vitorioso no clássico contra o Cruzeiro, domingo à tarde, no Mineirão. Fora dele, os dois arquirrivais mineiros podem ser duplamente derrotados. Afinal, o árbitro Fifa Marcelo de Lima Henrique citou na súmula da partida que as torcidas dos dois times soltaram bombas durante a partida no Mineirão.

"Interrompi a partida aos 41 minutos do primeiro tempo, após ouvir estouros de artefatos explosivos que vinham da divisa das duas torcidas", escreveu o árbitro na súmula do clássico, vencido pelo Atlético por 3 a 2.

Marcelo de Lima Henrique cita que paralisou a partida aos 41 minutos do primeiro tempo, solicitou providências e os incidentes não voltaram a acontecer. "Ao final da partida fui informado pelo Sargento PM Bárcaro, comandante do policiamento interno do estádio, que os artefatos explosivos foram lançados pelas torcidas Galoucura (do Atlético) e Pavilhão Independente (do Cruzeiro), uma contra a outra, não sabendo precisar quem iniciou o citado confronto."

Em outubro do ano passado, também em jogo válido pelo segundo do Brasileirão, a torcida do Cruzeiro brigou entre si no Independência e os dois clubes foram punidos. O Cruzeiro perdeu dois mandos do campo, enquanto o Atlético-MG (por ser dono da casa) levou um jogo de punição. Agora, ambos são reincidentes.

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