Daniel LEAL-OLIVAS/AFP
Daniel LEAL-OLIVAS/AFP

Árbitros reconhecem quatro erros do VAR no Campeonato Inglês

Chefe da arbitragem admite que assistente de vídeo não foi suficiente para acabar com polêmicas

Redação, O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2019 | 09h59

Na Inglaterra, o chefe dos árbitros do país, Mike Riley, anunciou na semana passada que a introdução do VAR não foi suficiente para impedir quatro decisões erradas em jogos do Campeonato Inglês nesta temporada. Riley se reuniu em Londres com os presidentes dos clubes para analisar o uso do assistente de vídeo.

“Se você olhar para as quatro rodadas, 227 incidentes foram checados. Disso, alteramos seis decisões. Mas achamos que deveríamos ter alterado dez no total”, disse Riley “Isso te dá a noção de onde o VAR pode ajudar e agregar valor ao jogo, mas também demonstra que no fim ainda se trata de arbitrar um jogo de futebol no gramado.”

Riley explicou que o gol de empate de Fabian Schar para o Newcastle contra o Watford deveria ter sido anulado por uma mão na bola de Isaac Hayden. Também reconheceu que o meia do Leicester Yuri Tielemans não deveria ter sido expulso por uma falta em Callum Wilson, do Bournemouth.

Os outros dois erros admitidos eram ligados à não marcação de pênaltis. Um por uma falta na área de Jefferson Lerma (Bournemouth) sobre David Silva (Manchester City) e outro por uma falta de Tom Trybull (Norwich) sobre Sebastian Haller (West Ham).

O fato das decisões de campo terem sido respeitadas nesses casos é prova do alto grau de exigência imposto pelo Campeonato Inglês para que o VAR reveja uma escolha dos árbitros, segundo o diretor de arbitragem na Inglaterra.

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