Arena Amazônia veta bebidas alcoólicas após incidente na Série B

Arena Amazônia veta bebidas alcoólicas após incidente na Série B

Decisão foi tomada depois que jogador do Oeste foi atingido por uma lata de cerveja no primeiro partida depois da Copa do Mundo

O Estado de S. Paulo

18 Setembro 2014 | 07h00

Um dia depois que o atacante Paulo Santos, do Oeste, foi atingido no rosto por uma lata de cerveja ao comemorar o gol de sua equipe no empate por 1 a 1 com o Vasco, pela Série B, na primeira partida oficial na Arena Amazônia após a Copa, os administradores decidiram suspender a venda de bebidas alcoólicas na arena.

"Nunca mais vamos vender bebidas alcoólicas no estádio. Para evitar qualquer situação semelhante na Colina (outro estádio de Manaus), teremos a mesma preocupação", afirmou Ariovaldo Malizia, diretor técnico da Fundação Vila Olímpica, empresa responsável pela manutenção do estádio. "A partir do próximo jogo no local, vamos proibir as bebidas alcoólicas nos jogos oficiais."

Malizia afirma que os bares responsáveis pela venda irregular de cervejas em latas terão suas concessões cassadas. As bebidas permitidas devem ser colocadas em copos de plástico.

"Lata é proibido vender, tem que ser no copo. Os bares terão suas concessões cassadas. Burlaram as concessões e a minha confiança, falaram uma coisa e fizeram o oposto", disse. "Todos os fornecedores vão fechar as concessões, vamos arrumar uma empresa especializada neste tipo de especialidade."

O último jogo na Arena Amazônia havia sido no dia 25 de junho, entre Suíça e Honduras, pela fase de grupos. 

Embora os quatro jogos no Mundial terem ocorrido sem problemas graves, os torcedores da Série B tiveram de conviver com incômodos verificados nos eventos-teste, antes do Mundial. Entre as principais reclamações estão a falta de orientação para a torcida na localização dos assentos, sanitários fechados na área reservada aos cadeirantes e mau funcionamento dos elevadores.

Mais conteúdo sobre:
Arena AmazôniafutebolSérieB

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.