Georgi Licovski/EFE
Georgi Licovski/EFE

Argentina desembarca em Buenos Aires com Sampaoli, dirigentes e só um jogador

Mesmo atletas que jogam no futebol local, como Armani, Meza e Pavón, não voltaram ao país ainda

Estadão Conteúdo

04 Julho 2018 | 08h50

O avião da banda Rolling Stones, que levou a seleção da Argentina para disputar a Copa do Mundo na Rússia, trouxe de volta ao país uma delegação limitada. O desembarque nesta quarta-feira pela manhã contou apenas com o técnico Jorge Sampaoli, membros da comissão técnica, dirigentes da Associação do Futebol da Argentina (AFA) e Enzo Pérez, jogador do River Plate.

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Depois do embarque feito em Bronnitsy, onde a seleção argentina treinou na Rússia durante o Mundial, o avião fez uma escala em Lisboa. O jogador Marcos Acuña, do clube português Sporting, ficou na cidade e depois o voo seguiu para o Aeroporto Internacional de Buenos Aires-Ezeiza, na região metropolitana da capital do país.

Apesar de contar com o presidente da AFA, Claudio Tapia, o gerente da seleção, Jorge Burruchaga, o secretário de seleções nacionais, Jorge Miadosqui, e Sampaoli, ninguém deu entrevista. Os demais jogadores que atuam no futebol argentino, Franco Armani, do River Plate, Maximiliano Meza, do Independiente, e Cristian Pavón, do Boca Juniors, não tinham necessidade de voltar ao país com urgência porque os clubes estão de férias.

Na Copa do Mundo, a Argentina venceu apenas uma partida, por 2 a 1 contra a Nigéria, no dia 26 de junho, em São Petersburgo, triunfo que impediu a eliminação precoce na primeira fase. Antes, pelo Grupo D, derrota por 3 a 0 para a Croácia, em Nijni Novgorod, em 21 de junho, e empate por 1 a 1 com a Islândia, no Spartak Stadium, em Moscou, em 16 de junho.

 

A classificação em segundo lugar na chave, porém, forçou um confronto nas oitavas de final com a França, que derrotou os argentinos por 4 a 3, no sábado, em Kazan, e os mandou de volta para casa.

 

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