Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

Argentina quer participar de obras da Copa de 2014, diz ministro

O chanceler da Argentina disse na segunda-feira a seu colega brasileiro que quer um lugar para as empresas de seu país nas obras de infraestrutura da Copa do Mundo de 2014, além de vencer o torneio que será organizado por seu maior rival no futebol.

REUTERS

10 de janeiro de 2011 | 22h31

O Brasil, depois da Copa, sediará no Rio de Janeiro os Jogos Olímpicos de 2016, dois eventos que exigirão milionários investimentos em estádios, redes de transporte e ampliação de aeroportos, entre outros.

"O Brasil vai contar com dois dos maiores espetáculos mundiais ... a Copa do Mundo, além de ganhar, a Argentina pretende também cooperar com a construção de estádios, com a construção de infraestrutura", disse o chanceler argentino, Héctor Timerman, depois de receber o ministro de Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota.

"Falamos da importância que pode ter que empresas dos dois países participem das compras governamentais" do Brasil, acrescentou Timerman.

Brasil e Argentina são os dois principais sócios do bloco econômico Mercosul, integrado também por Uruguai e Paraguai.

O intercâmbio entre as maiores economias sul-americanas superou os 32 bilhões de dólares em 2010.

Apesar desse grande volume de comércio, o capítulo das compras governamentais tem sido um espinho para a integração da região.

Diplomatas argentinos afirmam que o mercado de compras governamentais brasileiro está virtualmente fechado para as empresas argentinas.

Patriota chegou a Buenos Aires em sua primeira viagem ao exterior como ministro brasileiro para preparar uma visita que a presidente Dilma Rousseff fará à Argentina em 31 de janeiro.

Ele se reuniu com sete ministros argentinos e foi recebido na Casa Rosada pela presidente Cristina Kirchner.

Patriota ressaltou o grande momento das relações entre Brasil e Argentina e indicou que em breve os governos poderão buscar um entendimento para aumentar as frequências de voos comerciais entre as duas nações.

"Falamos (com Timerman) também dos voos, a frequência dos voos entre os dois países, que é uma forma de contribuir para o intercâmbio do turismo", Patriota afirmou em entrevista coletiva.

(Reportagem de Guido Nejamkis)

Tudo o que sabemos sobre:
COPAMUNDIALARGENTINA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.