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Wolfgang rattay/Reuters
Wolfgang rattay/Reuters

Artilheiro com Tite, Gabriel Jesus admite atuação irregular e festeja gol

"Não estava nos meus melhores dias tecnicamente, errei passes e finalizações que não costumo errar"

Estadão Conteúdo

27 de março de 2018 | 18h38

Gabriel Jesus não teve grande atuação no amistoso desta terça-feira entre Brasil e Alemanha, disputado em Berlim, mas confirmou a sua condição de artilheiro da equipe dirigida por Tite. Afinal, foi do atacante do Manchester City o único gol da partida, marcado de cabeça, após cruzamento de Willian, nos últimos minutos do primeiro tempo.

+ Em reencontro após 7 a 1, Brasil vence a desfalcada Alemanha em Berlim

Após o amistoso, Gabriel Jesus reconheceu que não teve grande atuação diante da Alemanha, mas celebrou a "raça" que garantiu o triunfo da seleção brasileira, o que o manteve como artilheiro da equipe sob o comando de Tite, com nove gols marcados. Esse último foi ainda mais importante pessoalmente porque o atacante do Manchester City havia passado em branco diante da Rússia, na última sexta-feira, e vê o seu principal concorrente, Roberto Firmino, em grande fase no Liverpool.

"Não estava nos meus melhores dias tecnicamente, errei passes e finalizações que não costumo errar. Mas, troquei a técnica pela raça, foi um jogo mais de raça, o gol foi assim. Fiquei muito contente, feliz pela vitória, pela atuação da equipe. Tivemos que sofrer, mas jogamos quando tínhamos a bola no pé", disse, em entrevista à TV Globo.

O amistoso com a Alemanha foi a última partida antes de Tite convocar a seleção para a Copa do Mundo, no início de maio. E o resultado traz ânimo ao torcedor para o torneio na Rússia, situação que Gabriel Jesus pede calma, destacando a necessidade de a equipe seguir trabalhando duro.

"É cedo ainda, mas a gente vem fazendo um excelente trabalho. Treinamos bem, jogamos bem, o resultado é consequência disso. Os jogos que vencemos, é pelo treino e pela forma que jogamos. Entramos para vencer, mas sabendo que o adversário também vai ter a bola e vamos precisar saber sofrer", comentou.

O volante Paulinho adotou um discurso parecido ao do companheiro. Um dos remanescentes da derrota por 7 a 1 para a Alemanha nas semifinais da Copa de 2014, ele rejeitou qualquer comparação com aquele traumático tropeço, mas também destacou o peso desse triunfo. "Momento de confiança. Não tem nada a ver com o que aconteceu em 2014. Soubemos sofrer, defender, mas o importante foi a vitória. Terminamos esta fase de jogos com uma vitória importante", afirmou.

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