Javier Etxezarreta / EFE
Javier Etxezarreta / EFE

Asensio vive expectativa por titularidade na Espanha e exalta futebol de Iniesta

Atacante elogia a Rússia, adversária das oitavas de final, e se preocupa com força da torcida da casa

Estadão Conteúdo

27 Junho 2018 | 10h22

O meio-campista Marco Asensio entrou nos dois últimos jogos da seleção espanhola no segundo tempo e vive a expectativa de ganhar uma vaga entre os titulares nas oitavas de final da Copa do Mundo, no duelo contra a anfitriã Rússia, domingo, às 11h (de Brasília), em Moscou.

+ Ainda sem convencer na Copa, Sergio Ramos pede união dos torcedores espanhóis

+ Ex-jogadores se valem de suas experiências para ajudar seleções na Copa

+ Rússia esquece derrota e mira a Espanha: 'Não há tempo para ficar chateado'

"Se fosse egoísta, claro que me colocaria entre os titulares. Qualquer jogador quer jogar, mas quem decide isso é o treinador e estamos para ajudar. Somos uma equipe e temos que nos ajudar", afirmou em entrevista ao site da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF).

Asensio ficou de fora do empate por 3 a 3 com Portugal na estreia da Espanha na Copa da Rússia. Depois, entrou na vitória sobre o Irã por 1 a 0 e participou do empate por 2 a 2 contra Marrocos. "A gente tenta se adaptar ao que cada treinador pede. Agora estamos com o Fernando (Hierro). Estamos unidos e temos que remar na mesma direção", afirmou.

Em relação ao próximo adversário, Asensio se mostrou surpreso com o poder de ataque da Rússia, que venceu Arábia Saudita por 5 a 0 e Egito por 3 a 1 - na última rodada, no entanto, levou 3 a 0 do Uruguai e terminou em segundo lugar do Grupo A.

"Será uma partida muito complicada. Eles jogarão em casa, com o apoio dos torcedores. Temos que ignorar isso e ter como preocupação apenas vencer e ir às quartas de final. Eles fizeram bons jogos até agora, são ofensivos, vão para cima do adversário e devemos ter muito cuidado", afirmou.

 

Asensio ainda falou sobre a oportunidade de atuar ao lado do meia Iniesta, campeão do mundo em 2010, e que deve se aposentar da seleção espanhola após a disputa na Rússia. "Jogar ao lado dele é cada dia aprender algo novo", disse.

"É um dos melhores jogadores da história da Espanha e do futebol de uma maneira geral. É uma sorte que possa estar com a gente, que possa seguir dando ao futebol e seguir ajudando em seu último Mundial. Esperamos que consiga se despedir da melhor maneira possível", encerrou.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.