Assessoria de Ronaldo nega seqüestro

A assessoria de imprensa do atacante Ronaldo, do Real Madrid, e o delegado titular da Divisão Anti-Seqüestro (DAS), Fernando Morais, desmentiram nesta sexta-feira que o motivo da viagem repentina do atleta ao Brasil, na semana passada, tenha sido o seqüestro-relâmpago de seu irmão mais velho, Nelinho. Oficialmente, o artilheiro voltou ao País para resolver um problema de saúde de um parente, de nome não revelado.A nova versão sobre a vinda inesperada de Ronaldo ao Brasil foi divulgada nesta sexta-feira, em nota da colunista do Jornal do Brasil, Hildegard Angel. De acordo com ela, "uma fonte muito próxima da família R9" confirmou que Nelinho foi vítima de um "seqüestro relâmpago"."Acho que estão especulando muito sobre esse assunto e não acredito nessa versão", afirmou o delegado titular da DAS. "Também tenho amigos na família e, de um jeito ou do outro, também ficaria sabendo. Mas, nada me contaram." Rodrigo Paiva, assessor de imprensa de Ronaldo, manteve a versão oficial para a vinda de Ronaldo: a doença de um parente, que agora estaria sendo submetido a um tratamento para ficar curado. O nome da enfermidade e do parentesco não chegaram a ser divulgados em momento algum."O Ronaldo aceitou arcar com as várias versões que surgiriam na opinião pública. Sabíamos que isso ia ocorrer, mas ele optou por manter a privacidade da família", disse Paiva. "No momento, está tudo bem. E o parente do Ronaldo segue tomando remédios para ficar curado. Não será um tratamento simples."

Agencia Estado,

04 de fevereiro de 2005 | 17h26

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