Associação promove campanha contra racismo nos campos de futebol

Bonecos em preto e branco são espalhados ao longo da praia de Copacabana

O Estado de S. Paulo

26 de março de 2014 | 15h52

RIO - A Associação do Conselho Gestor de Esporte e Lazer do Estado do Rio de Janeiro (Ascagel) promoveu em Copacabana, Rio de Janeiro, uma campanha contra atos de racismo nos campos de futebol do Brasil e da América do Sul. Foram espalhados ao longo da praia 100 pares de bonecos, de 1 metro de altura, um na cor preta e outro na cor branca para a representar a campanha "Alma não ter cor - não ao racismo".

Em 2013, casos racismo chamaram a atenção da sociedade para o assunto. O volante Tinga, do Cruzeiro, sofreu com ofensas racistas em jogo da Libertadores contra o Real Garcilaso. Como punição, a Conmebol atribuiu uma multa de 12 mil dólares para a equipe peruana. Em campos brasileiros, o árbitro Márcio Chagas da Silva e o atleta do Santos, Arouca, foram chamados de 'macaco' depois de deixaram o campo de jogo.

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