Atacante Emerson prevê jogo tenso na Bombonera

O Corinthians sabe que não terá facilidades para pegar o Boca Juniors, nesta quarta-feira, na Bombonera, no primeiro jogo da decisão da Libertadores. E o atacante Emerson, um dos mais acostumados a decisões no elenco alvinegro, sabe que um bom início de partida, quando os donos da casa devem partir para a pressão, é fundamental para sair de Buenos Aires com um bom resultado.

FÁBIO HECICO, Agência Estado

26 de junho de 2012 | 20h57

"Acho que o jogo todo vai ser muito tenso, vai exigir um poder de contração diferente de outras partidas. Não pode ter tantos erros. A concentração maior nos primeiros minutos é importante. A parte mental já está sendo trabalhada. Temos jogadores experientes, campeões de competições importantes como o Brasileiro, que acabam adquirindo certa experiência", destacou o atacante, nesta terça-feira, após o treino de reconhecimento na Bombonera.

A autorização por parte dos argentinos, aliás, foi inédita. Nunca antes um time adversário havia treinado no gramado da Bombonera na véspera de uma partida decisiva. A experiência com o caldeirão argentino não tira o nervosismo para o jogo desta quarta. "O nervosismo não tem como não ter. É normal, natural que tenha, mas temos jogadores experientes e certamente vamos conseguir contornar."

Para o Corinthians, a final de Libertadores é uma situação inédita, mas o Boca vai para sua décima decisão, em busca do sétimo título, igualando, assim, a quantidade de conquistas de Independiente, maior campeão sul-americano. Para Emerson, porém, a tradição fica no vestiário.

"Até o início do jogo, isso vale pouco. Tem que ter respeito pelo Boca, pelos grandes jogadores que aqui passaram, pelas conquistas, mas na hora que o juiz apita são 11 homens contra 11 homens e todos querendo um só objetivo: dar o melhor", analisou o atacante.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolCorinthiansCopa Libertadores

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.