Atacante palmeirense diz que preferiu guardar comemoração do rei do pop

Adriano Michael Jackson, como ficou conhecido no América-RJ, achou que faria mais um gol no jogo

Agência Estado,

24 de fevereiro de 2011 | 16h20

SÃO PAULO - No América-RJ e no Bahia, o atacante Adriano era conhecido tanto pelo seu segundo nome (ele se chama Carlos Adriano) como pelo seu apelido: Michael Jackson. Acostumado a comemorar gols imitando o rei da música pop, o jogador surpreendeu com a vibração de certa forma discreta na primeira vez que marcou com a camisa do Palmeiras, na noite desta quarta-feira, contra o Comercial-PI, pela Copa do Brasil.

"Na verdade, estava tão confiante que faria mais um gol na partida que preferi guardar a comemoração", disse o jogador. "Na hora, juro que passou um filme pela minha cabeça. É muito gostoso esse sentimento e fiquei muito feliz de ter desencantado", explicou.

A chance de fazer a prometida dancinha veio na metade da segunda etapa, em um lance em que Adriano recebeu a bola livre na área, se preparava para driblar o goleiro, mas o árbitro parou a jogada marcando um impedimento inexistente. "Eu sai livre na cara do goleiro e já estava preparando o drible. Iria ter dancinha se eu marcasse aquele gol, mas agora já foi. Espero que surjam mais chances e tenho certeza que vou aproveitar quando isso acontecer."

Substituto do lesionado Dinei, Adriano espera ter mais uma chance como titular contra o São Paulo, no clássico do próximo domingo, pela décima rodada do Paulistão. "A vontade de qualquer jogar é disputar um clássico. Se eu entrar como titular, será maravilhoso, pois quero muito ajudar a equipe com luta e empenho dentro de campo. Se eu ficar no campo, também não tem problema. O importante é estar sempre preparado para quando surgirem as oportunidades."

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