Atacantes corintianos admitem má fase e prometem trabalho

'Consertamos atrás, consertamos no meio e agora falta consertar a frente', diz o uruguaio Acosta

07 de fevereiro de 2008 | 09h04

Apesar das constantes mudanças no setor ofensivo do Corinthians, a equipe mostrou após o quarto empate consecutivo - o último na quarta, por 1 a 1 com o Grêmio Barueri - que o ataque tem muito a melhorar, e os primeiros a admitir isso são os atacantes da equipe, como o jovem Dentinho, autor do gol corintiano em Barueri, que lamenta a 'seca' de gols, mas justifica: "A gente tem que trabalhar forte para que a bola possa entrar. Temos de continuar assim, porque desse jeito as bolas vão começar e entrar."  Veja também: Jejum de gols termina, mas Corinthians empata mais uma vez Classificação Calendário / Resultados  Mano Menezes culpa o árbitro pelo empate do Corinthians Bate-pronto - Corinthians: um time montado para 2008 Mas diferente do jovem prata da casa do Corinthians, que ainda tem o apoio da torcida corintiana, o uruguaio Acosta já começa a sentir a pressão das arquibancadas. Com apenas dois gols marcados - sendo um deles contra - em sete jogos, o atacante jogou mal mais uma vez na quarta e foi substituído no segundo tempo contra o Barueri. "Achei que joguei muito bem o primeiro tempo, tive uma chance clara para fazer um gol e não fiz. Depois disso eu não consegui mais realizar uma boa partida. Quando a fase é ruim, o jeito é treinar mais e ficar mais tranqüilo", amenizou Acosta, que completou: "Todo mundo está trabalhando. São 15 jogadores novos e o trabalho está sendo bem-feito. Consertamos atrás, consertamos no meio e agora falta consertar a frente."

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