Acervo/Estadão
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Ataque brasileiro brilha, mas uruguaio Ghiggia é o craque da Copa de 1950

Zizinho, Ademir e Jair fazem grandes jogos, mas atacante do Uruguai rouba a cena no Mundial

Glauco de Pierri, O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

Mesmo terminando o torneio com o vice-campeonato, a seleção brasileira encantou torcedores e jornalistas no Mundial de 1950. O trio de ataque era considerado excelente e tinham entrosamento muito bom – Zizinho, Ademir e Jair trocavam passes de forma envolvente, deixavam os defensores para trás e isso rendeu algumas goleadas para o Brasil, que naquele ano ainda utilizada camisas brancas como uniforme oficial.

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Individualmente, Ademir Marques de Menezes, conhecido como Ademir Queixada, artilheiro da Copa com nove gols, foi o melhor da seleção. Sua forma de jogar surpreendia os adversários, já que ele combinava arrancadas em velocidade com chutes precisos. Ele só não balançou as redes em dois jogos. No empate em 2 a 2 com a Suíça, pela primeira fase, e na decisão contra o Uruguai.

Mas o craque da Copa do Mundo de 1950 não foi um brasileiro. Não há como não falar do atacante uruguaio Alcides Ghiggia, o ‘carrasco’ brasileiro da decisão. Único integrante da chamada ‘Celeste Olímpica’ a marcar nas quatro partidas do Uruguai no Mundial, o mais importante, claro, na decisão contra o Brasil. 

CAMPANHA DO BRASIL

JOGOS: 6

VITÓRIAS: 4

EMPATE: 1

DERROTA 1

GOLS PRÓ: 22

GOLS CONTRA: 6

ARTILHEIRO: Ademir (9 gols)

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