Ataque é a preocupação da Ponte Preta

A falta de poder ofensivo continua sendo o grande problema da Ponte Preta no Campeonato Brasileiro. Com apenas 40 gols, o time de Campinas tem o segundo pior ataque da competição, só superando o seu rival, o Guarani, com 39. Enquanto todos lamentam a ausência de Weldon, que se transferiu para o futebol da Arábia Saudita, fica no ar apenas a esperança de somar quatro pontos nos últimos dois jogos para garantir uma vaga na Copa Sul-Americana.Com 61 pontos, em décimo lugar, a Ponte agora recebe o Internacional, seu concorrente direto, e depois encerra a temporada contra o Vitória, em Salvador. Há, porém, consenso de que o ataque precisa funcionar. "Temos tentando algumas formações, mas as coisas realmente não andam funcionando", explica o técnico Nenê Santana. Ele também lamenta a saída de Weldon, artilheiro do time com oito gols, que há 10 rodadas deixou o time para ser negociado. "Nosso time jogava em função dele", reconhece o vice-presidente Marco Antônio Eberlin.Após a derrota para o Fluminense, por 1 a 0, sábado, em Volta Redonda (RJ), a situação da Ponte ficou mais complicada. Mas as contas pelo lado do Majestoso são de que mais quatro pontos serão suficientes para atingir o objetivo.

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