Reprodução/ Instagram/ diego.costa
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Atlético de Madrid confirma acordo com o Chelsea por Diego Costa

Segundo imprensa espanhola, negócio deve sair por R$ 225 milhões

O Estado de S.Paulo

21 de setembro de 2017 | 11h17

Diego Costa está de volta ao Atlético de Madrid. O Clube espanhol confirmou em seu site oficial o principio de acordo com o Chelsea para recontratar o atacante hispano-brasileiro. Segundo Marca e As, duas das principais publicações espanholas, a transferência deve chegar aos 60 milhões de euros (R$ 225 milhões). Em 2014, Diego Costa fez o caminho contrário e foi defender a equipe londrina em uma venda de 38 milhões de euros(R$ 141,5 milhões na cotação atual).

"O Atlético de Madrid e o Chelsea chegaram a um acordo inicial para a transferência de Diego Costa. O negócio ainda depende da assinatura de contrato entre nosso clube e o atacante da seleção espanhola. O clube inglês autorizou Diego Costa a viajar a Madri nos próximos dias para se submeter a exames médicos e concretizar seu contrato com nossa entidade", diz o curto comunicado.

Punido pela Fifa por irregularidades na contratação de jogadores menores de idade, o Atlético de Madrid só poderá contar com o seu novo reforço a partir de 1º de janeiro. Ainda segundo a imprensa espanhola, Diego Costa passará por exames médicos nesta quinta-feira e deve acompanhar o jogo contra o Sevilla no estádio Wanda Metropolitano neste sábado.

O brasileiro naturalizado espanhol está em litígio com Chelsea desde o fim da última temporada. Mesmo sendo protagonista no título inglês, Diego Costa foi informado por SMS do técnico Antonio Conte que não fazia parte dos planos do clube. Sem atuar desde 11 de junho, quando marcou um dos gols da vitória da Espanha contra a Macedônia pelas Eliminatórias da Copa, o jogador se apresentará à comissão técnica do técnico Diego Simeone para recuperar a forma física.

Durante sua passagem pelo Chelsea, Diego Costa ganhou o Campeonato Inglês em duas oportunidades. Ao todo foram 148 jogos, com 71 gols marcados e 31 assistência distribuídas. Além disso, o atacante foi apontado como um dos pivôs da demissão de José Mourinho, em 2015.  

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