Yuri Edmundo/Estadão
Yuri Edmundo/Estadão

Atlético-MG e Cruzeiro correm o risco de perder até dez mandos de campo

Clubes foram denunciados por conta da briga envolvendo torcedores do Cruzeiro no último clássico

O Estado de S. Paulo

18 de outubro de 2013 | 18h29

SÃO PAULO - O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) marcou para a próxima quinta-feira, 24, o julgamento referente à confusão ocorrida nas arquibancadas do estádio Independência, em Belo Horizonte, durante o clássico mineiro entre Atlético e Cruzeiro, disputado no dia 13. Apesar de a briga ter envolvido apenas torcedores do Cruzeiro, os dois times foram denunciados.

Baseado em imagens de TV, na súmula do árbitro Dewson Freitas da Silva, em informações veiculadas na imprensa e em boletim policial, o procurador Rafael Fioravante Alvez Vanzin concluiu que "ocorreram cenas de selvageria e total desordem, inclusive com lançamento de artefatos explosivos". Foi por esse motivo que o Atlético-MG também acabou denunciado. De acordo com a procuradoria, o próprio presidente do clube, Alexandre Kalil, admitiu a entrada de torcedores com explosivos, sendo que nenhum deles foi detido, o que demonstraria "total falha" do clube, como mandante, na prevenção e repressão aos atos violentos.

A Procuradoria Geral do STJD denunciou os dois clubes com base no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. A pena em caso de condenação é de multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil e perda de mando de campo de uma a dez partidas.

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