Atlético-MG pode perder mando de jogo

O Atlético-MG corre o risco de ser punido com a perda de mando de jogo após o tumulto ocorrido no final do jogo contra o Paraná Clube, quinta-feira. Terminada a partida, dirigentes do clube mineiro, liderados pelo gerente de Futebol Éder Aleixo, foram tirar satisfação com o árbitro paulista Cléber Welington Abade, a quem eles acusavam de ter prejudicado o Atlético-MG durante o jogo, que acabou empatado por 2 a 2. Abade foi cercado pelos policiais militares e enquanto Éder o ofendia, a "chefe dos mascotes" do Atlético, Leni Rocha, usou uma sombrinha para, segundo ela, tentar "cutucar" o árbitro. Ele, imediatamente, disse ter sido agredido e chegou a pedir a prisão da suposta agressora. Abade prometeu incluir o fato na súmula da partida, o que pode resultar na punição. Nesta sexta-feira, Leni, em entrevista à Rádio Itatiaia, negou que tenha agredido o árbitro. ?A minha sombrinha nem encostou nele", disse ela, afirmando que há mais de 40 anos presta serviços para o Atlético. Segundo a assessoria de imprensa do clube mineiro, Leni não é funcionária do Atlético e faz apenas serviços "voluntários".

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