Atlético-PR: é tudo ou nada em Cali

Depois de um início complicado na Copa Libertadores da América, com uma derrota dentro de casa para o Olmedo, do Equador, o Atlético Paranaense chega nesta quarta-feira à última rodada da primeira fase com possibilidades de conseguir uma das duas vagas. Para isso, o time precisa ganhar do América, no Estádio Pascual Guerreiro, em Cali, na Colômbia. "Será muito difícil, mas temos a chance e vamos fazer de tudo para aproveitar", afirmou o zagueiro Nem. Nesta terça-feira, o Atlético aguardava o resultado do jogo entre Bolívar e Olmedo, que se realizaria à noite, para saber de quanto precisaria ganhar. Com uma vitória do Olmedo, o Atlético fica na dependência de uma vitória simples. Mas se o Bolívar vencer por mais de cinco gols, o time paranaense precisará superá-lo no saldo de gols. Como o time paranaense também conseguiu se recuperar na Copa Sul-Minas, em que ocupa o segundo lugar, depois da vitória sobre o Internacional, no Beira-Rio, os jogadores viajaram ainda mais confiantes para a Colômbia. "Pouca gente estava acreditando, mas nós sempre confiamos e agora dependemos só de nós", disse o atacante Dagoberto. O técnico Geninho acredita que não será fácil a partida, considerando o ambiente político em que está mergulhada a Colômbia. "Acho que o América vai se valer disso, mas a chance existe e, ela existindo, temos que buscar." O grande desfalque para o jogo decisivo é o meia Kléberson que na mesma hora estará defendendo a seleção brasileira no amistoso contra a Iugoslávia. Para seu lugar, o técnico tem Leonardo e Fabrício em condições de entrar. O primeiro tem características mais defensivas, enquanto Fabrício é uma opção para a necessidade de maior criatividade no ataque. Ainda no meio, Cocito, que cumpre suspensão, será substituído por Flávio Luiz.

Agencia Estado,

26 Março 2002 | 17h59

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