Atlético-PR não teme pressão

Além dos cinco jogadores que, nesta quarta-feira, defenderam a seleção mexicana na Copa das Confederações e que reforçam o Chivas nesta quinta, o Atlético-PR terá na torcida adversária um grande obstáculo para manter o resultado que, por enquanto, o está garantindo nas finais da Copa Libertadores da América. São previstas cerca de 60 mil pessoas, às 22 horas (horário de Brasília), no Estádio Jalisco, em Guadalajara, incentivando o time mexicano para reverter a diferença de 3 a 0 favorável ao Atlético. Os atleticanos preferem recordar que passaram pelo Cerro Porteño e sobretudo pelo Santos em situação semelhante. "A torcida é empolgante, sem dúvida", reconhece o técnico Antônio Lopes. "Mas o grupo já está acostumado com isso e não vai sentir". Já o meia Fernandinho optou por ver o lado positivo de ter torcida, visto que nos dois últimos compromissos pelo Campeonato Brasileiro, o Atlético jogou com portões fechados. "Jogar com a torcida contra, gritando, xingando, é melhor que com o estádio vazio", salientou.O técnico não vai revelar o time até momentos antes da partida para não facilitar o trabalho de seu adversário. O atacante Aloísio estava com o joelho direito inchado, mas fazia um tratamento intensivo para estar em campo. Caso contrário, Cléo e Jorge Henrique disputam a vaga.Fernandinho também poderá jogar mais avançado, abrindo espaço para os volantes Alan Bahia e André Rocha no meio. Os dois ainda podem aparecer juntos, mesmo com a presença de Aloísio. Nesse caso, Fernandinho, que ainda busca um melhor condicionamento físico, poderia ficar no banco de reservas.

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