Atlético-PR reencontra comandante de sua arrancada

Os jogadores do Atlético Paranaense não acreditam que o conhecimento que o técnico do São Paulo, Paulo César Carpegiani, tem de suas características possa ser benéfico apenas para as pretensões dos paulistas no jogo desta quinta-feira, às 21 horas, na Arena de Barueri. "Se ele trabalhou aqui de um jeito, nós temos certeza de que lá trabalhou da mesma forma", disse o volante Vítor. "Ele conhece bem o nosso grupo, mas o nosso trabalho está sendo bem feito, a gente está focado em um só objetivo, que é a Libertadores."

EVANDRO FADEL, Agência Estado

28 de outubro de 2010 | 08h23

O próprio técnico Sérgio Soares, que assumiu o Atlético após a saída de Carpegiani para o São Paulo, acentuou que fez algumas mudanças no time, como a preferência pelo jogo no chão. Quando chegou, ele disse ter percebido que o time "esticava" muito a bola. "Então a gente passou a trabalhar a posse de bola, a trabalhar com essa bola no chão, e também colocamos mais um atacante", afirmou.

Para ele, o que faz a diferença no jogo é a qualidade dos jogadores e os detalhes da partida. "Dentro do plano tático não muda muita coisa", acentuou.

O Atlético terá desfalques importantes em Barueri. O lateral Élder Granja, o meia Paulo Baier e o atacante Maikon Leite estão contundidos, o volante Ivan Gonzalez está suspenso e o lateral Wagner Diniz não joga por questões contratuais de seu empréstimo junto ao São Paulo. O zagueiro Rhodolfo e o meia Branquinho dependem de exames para entrar em campo, embora o mais provável é que se recuperem de contusões.

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