Ato de Farah constrange dirigentes

Na saída da reunião desta quinta-feira, na sede da Liga Rio São Paulo, os presidentes dos clubes que tiveram sua assinatura relacionada ao ato de desagravo à administração de Eduardo José Farah à frente da Federação Paulista de Futebol reagiram de forma distinta. Mas em todas elas ficava claro um sentimento: o constrangimento.Enquanto o presidente do São Paulo, Paulo Amaral, recusava-se a comentar o assunto, o do Santos, Marcelo Teixeira, dizia não se incomodar. Em seu semblante, no entanto, a fisionomia era de uma pessoa, no mínimo, acuada. A interpretação para isso é simples. Nenhum deles foi informado pela FPF que teria a assinatura veiculada publicamente em manifesto pró-Farah. Contudo, o elo que os liga à entidade impede qualquer tipo de reação.O presidente do modesto União de Mogi, Walter Aparecido da Silva, esclarece a questão. "Eu nunca assinei nada de agravo ou desagravo ao Farah", garantiu. "Vamos ver direito o que está acontecendo, pois é muito estranho isso."

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